O arquivo entra e sai da sessão sozinho
Num ERP publicado via RemoteApp não existe Explorer na tela — o usuário não tem como ir buscar o boleto que o sistema acabou de gerar. O QuickTunnels resolve isso nos dois sentidos, automaticamente, sem drive de rede visível dentro da sessão.
Por que isso é um problema em RemoteApp
Em remoteapplicationmode:i:1 não há área de trabalho, não há Explorer — só a janela
do programa publicado. Quando o ERP exporta um .xlsx ou gera um boleto em
.pdf, esse arquivo nasce no servidor e o usuário não tem como "ir buscar". O
servidor, de propósito, muitas vezes nem tem Office ou leitor de PDF instalado.
A saída mais comum hoje é gambiarra: mapear unidade de rede à mão, mandar por e-mail, usar pen drive. Nenhuma dessas opções deixa rastro de auditoria, e todas dependem de alguém lembrar de fazer isso toda vez.
Como funciona, em quatro movimentos
Publicação do RemoteApp em 2 campos
Antes de transportar qualquer arquivo, o app precisa estar publicado. No painel, basta
informar o nome do RemoteApp e o caminho do executável no servidor — o agente provisiona
sozinho a entrada correspondente no TSAppAllowList do Windows. Sem
ferramenta externa, sem GPO editada na mão.
Download e abertura automática por tipo de arquivo
O administrador marca as extensões liberadas (xlsx, pdf, o que
fizer sentido para aquele ERP). Quando o sistema gera um desses arquivos dentro da
sessão, ele é interceptado, entregue e aberto automaticamente na máquina do usuário — a
janela vem para frente sozinha, sem ficar só piscando na barra de tarefas.
Upload com um clique direito
No sentido inverso, o usuário clica com o botão direito em qualquer arquivo do seu
computador — um .ret de retorno bancário, um XML de importação — escolhe
"Enviar via QuickTunnels" e o arquivo cai direto na pasta configurada dentro do ERP.
Sem navegar até unidade nenhuma.
Sincronia de pasta para exportação silenciosa
Nem todo fluxo abre o arquivo — exportação em lote, XML de NF-e, retorno bancário às vezes só são salvos. Para esses casos, o administrador aponta uma pasta de origem no servidor; qualquer arquivo novo que aparecer ali chega automaticamente na pasta escolhida na máquina do usuário, sem precisar de nenhum "abrir" para disparar a entrega.
Desenhado como via de dados sensível, não como conveniência
Opt-in por serviço, nunca ligado por padrão
Lista de extensões vazia é a mesma coisa que desligado. A lista é a própria autorização — o agente recusa qualquer extensão fora dela, mesmo que o arquivo seja colocado manualmente na unidade compartilhada.
Executável e script nunca passam
.exe, .bat, .ps1, .cmd, .vbs
e .scr são bloqueados de forma fixa, em qualquer direção — não é uma opção que o
administrador pode desmarcar.
Isolamento entre sessões, garantido em duas camadas
O próprio protocolo RDP já isola cada sessão. Por cima disso, o agente confere o ID da sessão no canal de entrega e valida o dono real (SID) do arquivo antes de tratar como pronto — entregar para o técnico errado nunca é uma opção silenciosa.
Um evento de auditoria por arquivo
Cada transporte gera registro — quem, o quê, para qual dispositivo — porque a pergunta que importa num incidente é "para onde foi", não só "saiu algo".
Perguntas frequentes
O usuário precisa configurar alguma unidade de rede ou pasta compartilhada?
Não. Tudo acontece por trás — a entrega usa uma unidade dedicada que só existe durante a sessão e fica normalmente vazia. O usuário só vê o arquivo abrir sozinho ou aparecer já na pasta de destino, nunca precisa navegar até nada.
Qualquer tipo de arquivo pode ser aberto ou transportado automaticamente?
Não por padrão. A lista de extensões liberadas é configurada pelo administrador por serviço — vazio significa desligado. Executáveis e scripts (.exe, .bat, .ps1, .cmd, .vbs, .scr) nunca são encaminhados, em nenhuma direção, mesmo que alguém tente cadastrar isso.
Dois técnicos conectados ao mesmo servidor podem receber o arquivo um do outro por engano?
Não. O isolamento é garantido pelo próprio protocolo RDP (cada sessão só enxerga a própria unidade) e reforçado por duas camadas adicionais no agente: o nome do canal inclui o ID da sessão, e o dono real do arquivo (SID do Windows) é validado antes de qualquer entrega.
Isso fica registrado em algum log de auditoria?
Sim. Cada arquivo transportado gera um evento de auditoria — quem, qual arquivo, para qual dispositivo — visível no painel para quem tem papel de auditor na organização.
Chega de e-mail com o boleto anexado
Publique o RemoteApp, marque as extensões liberadas e o arquivo passa a se entregar sozinho — há plano gratuito para testar com um cliente pequeno primeiro.
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